nem sempre escrevo...
nem sempre falo...
nem sempre me calo...
nem sempre.
nem sempre vivo...
nem s...
trilhando um caminho novo, do qual conheço apenas a direção que me é dita por sussurros em brisa ou em vendaval...
sábado, 18 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
palavras soltas
Já não as obrigado a nada!
Maldita mania minha de ferir a quem amo!
Obrigá-las, mutilá-las,
É perdê-las, não mais tê-las!
Esqueço ou finjo esquecer
que ninguém as pode domar.
E se eu mesmo sou melhor sem rédeas,
por que pensar que com vocês seria diferente?
Surja o encanto que só palavras soltas podem oferecer!
Ah! P
a
l
a v r a s
s
o
l
t
a
s
.
.
.
Maldita mania minha de ferir a quem amo!
Obrigá-las, mutilá-las,
É perdê-las, não mais tê-las!
Esqueço ou finjo esquecer
que ninguém as pode domar.
E se eu mesmo sou melhor sem rédeas,
por que pensar que com vocês seria diferente?
Surja o encanto que só palavras soltas podem oferecer!
Ah! P
a
l
a v r a s
s
o
l
t
a
s
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.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Me revelar
Acho que esse é um grande desejo humano: revelar-se.
Quem não quer ser simplesmente genuíno? E mais: conhecido pelo que é em essência?
Todos nós queremos. [Tá! Tudo bem! Muitos de nós queremos!]
Porém, um medo parece esconder-se sorrateiro atrás das tentativas de se revelar: o de não ser aceito.
Daí me pergunto: eu realmente quero me revelar sabendo dos riscos que isso implica?
Isso não importa porque tudo me revela, até o que eu não digo! até o que eu não faço! Que o diga Zélia Duncan!
Quem não quer ser simplesmente genuíno? E mais: conhecido pelo que é em essência?
Todos nós queremos. [Tá! Tudo bem! Muitos de nós queremos!]
Porém, um medo parece esconder-se sorrateiro atrás das tentativas de se revelar: o de não ser aceito.
Daí me pergunto: eu realmente quero me revelar sabendo dos riscos que isso implica?
Isso não importa porque tudo me revela, até o que eu não digo! até o que eu não faço! Que o diga Zélia Duncan!
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