segunda-feira, 13 de agosto de 2012

estudos domésticos

De circense a circunspecto mercê das circunstâncias.
Da fachada a porta parece fechada.
De dentro, detenho-me.
O próprio olhar alheio, fixo alhures,
Como se não houvesse parede.

De fora, detêm-se.
Olhares alheios fixos e cuidadosos
verão que paredes não há.
A porta entreaberta convida ao espetáculo,
Mas, e apenas, o público respeitável.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Novamente refém

Que sina!
ser refém do coração!
Logo eu?
E por que não?

Quem te viu quem te vê
perdeu a razão
foi tragado pela ciranda da inconstância,
da emoção.

Grita, chora, sofre,
Ri, pula, corre.
Mas nada resolve.
nada resolve!

Sou refém!
E por que não?

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Desabrocha, flor!

Desabrocha, linda flor!
Esperança tenho em ti!
Trato-te com carinho!
Que faço pra desabrochares?
Desabrocha, flor!
 e trago-te um passarinho!