De circense a circunspecto mercê das circunstâncias.
Da fachada a porta parece fechada.
De dentro, detenho-me.
O próprio olhar alheio, fixo alhures,
Como se não houvesse parede.
De fora, detêm-se.
Olhares alheios fixos e cuidadosos
verão que paredes não há.
A porta entreaberta convida ao espetáculo,
Mas, e apenas, o público respeitável.
trilhando um caminho novo, do qual conheço apenas a direção que me é dita por sussurros em brisa ou em vendaval...
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Novamente refém
Que sina!
ser refém do coração!
Logo eu?
E por que não?
Quem te viu quem te vê
perdeu a razão
foi tragado pela ciranda da inconstância,
da emoção.
Grita, chora, sofre,
Ri, pula, corre.
Mas nada resolve.
nada resolve!
Sou refém!
E por que não?
ser refém do coração!
Logo eu?
E por que não?
Quem te viu quem te vê
perdeu a razão
foi tragado pela ciranda da inconstância,
da emoção.
Grita, chora, sofre,
Ri, pula, corre.
Mas nada resolve.
nada resolve!
Sou refém!
E por que não?
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Desabrocha, flor!
Desabrocha, linda flor!
Esperança tenho em ti!
Trato-te com carinho!
Que faço pra desabrochares?
Desabrocha, flor!
e trago-te um passarinho!
Esperança tenho em ti!
Trato-te com carinho!
Que faço pra desabrochares?
Desabrocha, flor!
e trago-te um passarinho!
Assinar:
Postagens (Atom)