o sentido se perde em meio às palavras,
palavras brotam em meio aos sentidos.
Diga muito e não terá dito nada,
diga pouco e muito se entenderá.
Este é o mandamento: viverás!
trilhando um caminho novo, do qual conheço apenas a direção que me é dita por sussurros em brisa ou em vendaval...
sexta-feira, 23 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Cristo: em resgate da dignidade!
A vida não é propriamente uma questão de escolhas, a despeito de efetivamente fazermos escolhas o tempo todo.
Não sou nem deixo de ser adepto do determinismo, mas é óbvio que toda decisão que tomamos está inserida num contexto (cheio de variáveis) que enseja e orienta o processo decisório.
Acredito que a nossa liberdade de escolha é maior quanto maior for o grau de consciência de tudo o que envolve a escolha. Simplesmente porque se desconhecemos uma determinada possibilidade, ela não existe para nós. Logo, desconhecer significa inexistir.
Diante disso, só é possível concluir que o conhecimento de Cristo e de sua boa nova, que deita luzes sobre toda a nossa vida, ampliando a consciência, liberta e, em última análise, criando caminhos, dignifica.
Não sou nem deixo de ser adepto do determinismo, mas é óbvio que toda decisão que tomamos está inserida num contexto (cheio de variáveis) que enseja e orienta o processo decisório.
Acredito que a nossa liberdade de escolha é maior quanto maior for o grau de consciência de tudo o que envolve a escolha. Simplesmente porque se desconhecemos uma determinada possibilidade, ela não existe para nós. Logo, desconhecer significa inexistir.
Diante disso, só é possível concluir que o conhecimento de Cristo e de sua boa nova, que deita luzes sobre toda a nossa vida, ampliando a consciência, liberta e, em última análise, criando caminhos, dignifica.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
sejam ansiosos como as crianças
— Pai, falta quantos quilômetros? — pergunta o filho pela décima sétima vez, inclinando seu corpo entre os dois bancos da frente.
— Oitocentos e trinta e cinco! — o pai, há muito sem paciência, diz um número aleatoriamente.
— Oitocentos e trinta e cinco quilômetros é quanto tempo?? — pergunta o curiosíssimo garoto que, olhe lá se já sabe contar até cem!
— Umas dez horas — responde o pai, recobrando em parte a paciência, em razão da grata surpresa provocada pela esperteza do garoto.
— Dez horas é muito? — diz o garoto num questionário interminável em razão da sacanagem do pai que, agora, começa a testar com bom humor o garoto.
As crianças são ansiosas, mas são mais ansiosas por saber do que por chegar.
Enquanto não chegamos, e será bom o dia da chegada, sejamos ansiosos como as crianças.
— Oitocentos e trinta e cinco! — o pai, há muito sem paciência, diz um número aleatoriamente.
— Oitocentos e trinta e cinco quilômetros é quanto tempo?? — pergunta o curiosíssimo garoto que, olhe lá se já sabe contar até cem!
— Umas dez horas — responde o pai, recobrando em parte a paciência, em razão da grata surpresa provocada pela esperteza do garoto.
— Dez horas é muito? — diz o garoto num questionário interminável em razão da sacanagem do pai que, agora, começa a testar com bom humor o garoto.
As crianças são ansiosas, mas são mais ansiosas por saber do que por chegar.
Enquanto não chegamos, e será bom o dia da chegada, sejamos ansiosos como as crianças.
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