Disto gosto: brincar com palavras.
Pega-pega e esconde-esconde até que soem bem.
Se para de soar, uma palavra fica sem lugar.
Na ciranda de letrinhas reunidas, a palavra boba tem uma prenda a pagar.
Telefone sem fio, palavras distorcidas entre um ouvido e outro.
Entre um ouvido e outro, comem-se palavras.
Como palavras. Sopa de letrinhas cheias de sabores.
No caldeirão letrinhas, foneminhas, barulhinhos,
as borbulhas dessa sopa.
Borbulhas sonoras, meros barulhos.
Meros e caros. Caríssimos.
Longos, breves, brevíssimos.
Psiu!
ui!
ai!
Palavras e delícias.
Hummm...
trilhando um caminho novo, do qual conheço apenas a direção que me é dita por sussurros em brisa ou em vendaval...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Tá na hora de escrever
Tenho vivido um momento da vida em que, pela graça e soberania de Deus, recuperei o desejo de me expressar. A falta desse desejo decorreu em parte de que, por uma mudança substancial e repentina em minhas opiniões e pensamentos, senti-me um pouco deslocado em relação a todos ao meu redor. Agora, com um pouco mais de maturidade em relação ao que penso, sinto que preciso me expressar e quero fazê-lo também textualmente.
Dou graças a Deus pela pessoa que sou, forjado pela educação que tive desde o berço, pelas ricas experiências de vida desde tenra idade até as mais recentes e por sempre ter me preocupado em refletir sobre todas essas experiências. Contribuiram ainda para o que sou os amigos e amigas que passaram por minha vida e pessoas que às vezes só vi uma vez ou outra, porém a quem sempre ouvi e, mais do que isso, escutei.
As pessoas (amigos próximos e distantes) que não me veem há algum tempo têm me perguntado como estou. E é certo que tenho sido um pouco superficial com a maioria, porém, repito, acredito que já é hora de me expressar de um modo um pouco mais substancial. E o farei mediante alguns textos em que procurarei tornar mais claro o que penso e sinto a respeito da vida e da fé.
Esta é só uma introdução. Abraços graciosos a todos!
Dou graças a Deus pela pessoa que sou, forjado pela educação que tive desde o berço, pelas ricas experiências de vida desde tenra idade até as mais recentes e por sempre ter me preocupado em refletir sobre todas essas experiências. Contribuiram ainda para o que sou os amigos e amigas que passaram por minha vida e pessoas que às vezes só vi uma vez ou outra, porém a quem sempre ouvi e, mais do que isso, escutei.
As pessoas (amigos próximos e distantes) que não me veem há algum tempo têm me perguntado como estou. E é certo que tenho sido um pouco superficial com a maioria, porém, repito, acredito que já é hora de me expressar de um modo um pouco mais substancial. E o farei mediante alguns textos em que procurarei tornar mais claro o que penso e sinto a respeito da vida e da fé.
Esta é só uma introdução. Abraços graciosos a todos!
sábado, 18 de junho de 2011
nem sempre
nem sempre escrevo...
nem sempre falo...
nem sempre me calo...
nem sempre.
nem sempre vivo...
nem s...
nem sempre falo...
nem sempre me calo...
nem sempre.
nem sempre vivo...
nem s...
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