quinta-feira, 3 de junho de 2010

hábitos

Achei curiosa uma propaganda de TV sobre o GranCursos, um cursinho preparatório pra concursos aqui do DF. Me chamou atenção a dica dada de que em 22 dias insistindo nos estudos, abrindo mão de feriados e finais de semana, estaria criado o hábito de estudar para concursos.



A fórmula é simples e mágica, e, ao mesmo tempo, verdadeira.


Só que quando a gente realmente gosta de fazer alguma coisa, não é necessário esforço, não é necessário disciplina. A gente simplesmente faz. Quando somos movidos por paixão ou desejo, tudo flui com muita naturalidade. Talvez se o nosso desejo de ocupar um cargo público for muito grande, todo esse "segredo" da disciplina também flua com naturalidade.




Por que será que é tão fácil pra mim jogar truco? hahaha


Não preciso nem dos 22 dias! hahaha

segunda-feira, 31 de maio de 2010

diferentes lentes I

Como quem muda de roupa, eu também mudo de lente

Vejo o mundo diferente pelo vidro dessas lentes

Ora frio, ora quente, obscuro ou transparente

se alegre ou indolente, meu humor delas depende

Se inocente ou indecente, meu amor também depende.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

o espanto do evangelho

Hoje conversei com um menino de 11 anos, o Lucas, na casa de quem estou morando. Ele me perguntou, entre outras coisas, se eu tinha uma religião. O diálogo foi mais ou menos este:


— Você tem alguma religião?

— Se eu tenho religião? — perguntei surpreso.

— É.

— Sou cristão.

— Cristão? — ele, parecendo nunca ter ouvido falar. O que vocês fazem? Vocês acreditam em Deus, né?


Achei engraçado aquilo e continuei:


— É complicado dizer o que a gente faz — hesitei um pouco e prossegui — mas basicamente o cristianismo, ou a religião cristã, tem a ver com Jesus. Você já ouviu falar na história de Jesus?

— Já!

— Então... ele viveu há mais ou menos 2000 anos, nasceu do ventre de uma virgem... — parei um pouco e disse — Jesus era Deus!

— Deus??

— É... Deus tomou forma humana.

— Caraaca!

E a conversa continuou mais um pouquinho, mas pra mim o que ficou foi o espanto...